Cursistas do Polo UAB de Sorriso

sexta-feira, 28 de março de 2014

RELAÇÕES ENTRE PERDAS AMBIENTAIS E CULTURAIS - EVELINI ARSEGO

A avaliação ecossistêmica do milênio nos mostra como nossa sociedade tende a substituir elementos naturais oferecidos pelos serviços ecossistêmicos por aparatos tecnológicos. O comprometimento dos ambientes naturais por exaustão e depredação e o desaparecimento de culturas humanas, ou seja, a perda da biodiversidade e de diversidade cultural coloca em risco nossa própria sobrevivência. Estamos perdendo água, perdendo recursos genéticos.
As perdas ecossistêmicas representam também perdas das e para as culturas. As comunidades onde o manejo com o meio ambiente é sustentável, são as menos ouvidas e acabam sofrendo os reflexos dos impactos ambientais causados pelos outros em busca do conforto e realização pessoal.
A lógica da modernidade afirma a separação entre Natureza e Cultura. Para Educação Ambiental essa ligação esta muito longe de ser aceita. É evidente que em comunidades onde a cultura é mais forte são os locais onde a natureza é mais preservada. Então fica claro que existe uma relação íntima entre natureza e cultura. Quando se tem ecossistemas bem preservados refletem uma comunidade bem estruturada.

Mais uma vez esse tema chama nossa atenção para nossas práticas individuais e coletivas olhando a realidade de forma crítica, pensando que ela depende de nossas ações. 

Senhor,  ajudai-nos a construir a nossa casa com janelas de aurora e árvores no quintal. Árvores que na primavera fiquem cobertas de flores e ao crepúsculo fiquem cinzentas como dos pescadores.
Manoel de Barros

Relação entre perdas ambientais e culturais




A Avaliação do Ecossistêmica do Milênio (AEM) elenca como bem-estar humano: segurança, saúde, materiais básicos, relações sociais e liberdade,  porem  para isso é necessário adotar certos cuidados para não cometer  mais crimes ambientais e culturais como por exemplo o que vem acontecendo com o aumento da densidade populacional das cidades, favorecendo a construção de estradas, instalações de indústrias, maior demanda de energia, saneamento básico e alimentos, formando um agricultura mais quantitativa sem se importar com o ambiente. Com isso temos perda da biodiversidade, escassez dos recursos hídricos subterrâneos, diminuição da qualidade do ar, desmatamento desordenados de árvores algumas com mais de cem anos, que são patrimônio histórico.
Precisamos nos sensibilizar e começar agir em função de preservar o meio ambiente e conservar sua cultura, para isso é necessário criar meios para viver de forma sustentável sem prejudicar a riqueza cultural e sem agredir o meio ambiente. Uma das formas de promover esse desenvolvimento seria administrar melhor nossos recursos biológicos e seus ecossistemas, pois todos os seres vivos que existem em nosso planeta dependem disso.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Relação entre as perdas ambientais e culturais

Bem Estar...parece simples, mas essa colocação provavelmente seja a chave para tudo o que estamos vivenciando, o homem como sendo o único ser vivo racional desde que o mundo é mundo tem buscado seu bem estar... 
Quando ouvimos a musica La no pé da Serra, bate uma tristeza uma melancolia, porem se analisarmos a letra podemos perceber que o que eles descrevem  é a busca pelo bem estar... Casinha no pé da serra, próxima ao rio Paraná, lugar com belezas naturais, terno com risca de giz, vestido de algodão, tudo muito simples e, desde então estavam em busca de ter qualidade de vida, e o homem já em um processo evolutivo bem adiantado se comparado aos homens das cavernas, que provavelmente também buscavam o seu  bem estar,  não se contentamos apenas com uma casinha no pé da serra foi em busca de mais, ai nossa fala: precisamos, ter moveis novos, modernos, precisamos eletrodomésticos para facilitar nossas vidas porque hoje á necessidade da praticidade, precisamos um local para lazer onde se constroem, em um ambiente natural e belo!  
E o homem continua evoluindo, crescendo, aumenta as doenças, temos uma cultura fragmentada, uma sociedade corrompida, quem tem mais, vale mais! Mas para ter tudo isso não  imaginamos que precisamos  sacrificamos algo, neste caso o nosso planeta, tiramos tudo o que podíamos e agora? Regredir do ponto em que chegamos não da! O planeta esta com uma superpopulação, estamos gastando tudo, por isso  a Avaliação Ecossistêmica do Milênio (AEM) aborda a importância do ecossistema relacionado ao bem estar do homem, sendo que os resultado mostra que essa reação não seria harmônica pois apenas estamos retirando e não voltando nada em troca. 
A AEM conclui que apesar de observamos um ambiente “doente” acredita assim como eu também acredito que temos tempo para reverte esse quadro alarmante, sabe como? Simples, como ATITUDES, palavras bonitas... são apenas palavras...

terça-feira, 25 de março de 2014

PEGADA ECOLÓGICA- ROSENILDA AP. L. LIMA



PEGADA ECOLÓGICA
Primeira vez que faço esse tipo de atividade, e fiquei surpresa com o resultado de minha pegada ecológica. Temos o hábito de tomar o máximo de cuidado com nossas atitudes em casa, em relação à questão de preservação. Cuidamos com o uso da energia, separação do lixo doméstico, reutilizamos a água da lavagem de roupas. E mesmo com todo esse cuidado o reflexo de nossos erros em relação à preservação do planeta é visível, mas nunca é tarde para refletirmos e procurar meios de nos adaptarmos a novas atitudes para que possamos melhorar nossa vida no planeta e das futuras gerações.

BIOGRAFIA ECOLÓGICA- ROSENILDA AP. L. LIMA







Sou Rosenilda Aparecida Lopes de Lima, tenho 35 anos, brasileira, solteira, sou licenciada no curso de Matemática pela UNEMAT- Campus de Sinop, há 12 anos. Estou atuando na área da educação há 11 anos, onde sou professora da rede Municipal de Ensino de Sorriso. Em paralelo com a docência exerço a função de tutora presencial do Curso de Física há 1 ano pela UNEMAT/UAB- Universidade Aberta do Brasil.
Sou natural do estado de Santa Catarina- SC, mais precisamente da cidade de Santa Cecília, porém considero-me mato grossense, pois aos meus 18 meses de vida minha família e eu viemos para Sorriso, estado de Mato Grosso em busca de novas oportunidades para melhoria de vida.
Em Sorriso há 34 anos considero-me quase pioneira desse município, visto que quando aqui chegamos já havia outras famílias residindo nesse pedaço do cerrado mato grossense que ainda era considerado distrito do município de Nobres/MT.
Nesse pedaço de chão, passei minha infância que, diga-se de passagem, foi vivida com muita alegria e felicidade em companhia de minha família e amigos. Aqui conclui meu ensino fundamental e médio, onde estudei na Escola Estadual Mário Spinelli, sendo está a primeira escola do município. Ingressei no ensino superior no ano de 1.998 onde me deslocava toda noite no período de 4 anos do curso de Licenciatura em Matemática na Unemat- Campus do município de Sinop. Nessa época Sorriso ainda não dispunha de cursos superiores.
Hoje com seus 28 anos de emancipação política, Sorriso conta com aproximadamente 81.104 habitantes, é considerado o maior produtor individual de soja do mundo, o que fez com que ganhasse o título de “Capital Nacional do Agronegócio”.
Esse título, “Capital Nacional do Agronegócio”, só foi possível com o avanço da agricultura no município. Porém esse avanço, em consequência do desmatamento, deixa também marcas de destruição da rica fauna e flora do cerrado que aqui existiam.
Quanto a atividade da pegada ecológica, fiquei surpresa com o resultado que fez com que eu me sentisse com uma grande parcela de culpa do planeta estar passando por situações de destruição. Mas essa atividade serviu para fazer com que eu reflita em relação a minhas atitudes e buscar caminhos para que possamos melhorar nossa vida no planeta e também das futuras gerações.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Elivaine Oliveira Guimarães Silva – Biografia Ecológica



            Meu nome é Elivaine Oliveira Guimarães Silva, tenho 36 anos, sou brasileira, casada, natural de Jataí-GO, estou concluindo o Curso de Pedagogia neste 1º semestre de 2014 pela UAB/UFMT. Atualmente sou estagiária no Cemeis Caminhos do Saber.  Moro em Sorriso desde 1998 quando vim com meu marido, mas antes meus pais já estavam aqui. A minha vida foi sempre de mudanças, só agora acredito que estacionei, pois na infância passei bom tempo numa fazenda localizada em Aparecida do Rio Doce – GO, depois mudei para Rio Verde - GO, onde pude estudar e cursar o Ensino Fundamental. Meus pais mudaram para Mato Grosso, mas antes me casei e visitando meus pais acabei juntamente com meu marido arriscando e mudando também para Mato Grosso. Acredito que foi muito bom, pois aqui terminei o Ensino Médio e agora estou prestes a terminar o meu curso Superior. Nesse período de tempo tive dois filhos, hoje  com idade de 11 e 15 anos.
         Desde criança gosto da natureza, pois fui criada num universo que permitia contato direto, não somente com animais domésticos, mas silvestres, mato, cerrado e  consumo não existia na proporção que hoje temos, naquela época nem luz elétrica havia. Nosso meio de transporte para cidade era de carroça puxado por um cavalo, não tínhamos carro, somente depois de algum tempo é que minha família conseguiu ter. Havia apenas um rádio onde crescemos ouvindo música caipira e sertaneja e por isso transformou no meu gosto musical.

Na pegada ecológica  observei que pelo menos no meu passado pude viver de forma harmoniosa com a natureza, agora diante do universo do consumismo e capitalismo selvagem será preciso rever o que vivo e pratico de errado, medir a que  distancia do equilíbrio ecológico estou, e espero como futura professora,  possa aprender e levar para as escolas onde trabalhar a aprendizagem que aqui conquistarei e ajudar a transformar as escolas em escolas sustentáveis e com vida, preservando a natureza .

PEGADA ECOLÓGICA


Diante do resultado obtido na pegada ecológica, percebi que não contribuo corretamente com meio ambiente, pois meu modo de vida e minha rotina me levaram a um resultado negativo na sustentabilidade do planeta. Acredito que tenho que me educar para ter uma consciência ecológica equilibrada e correta. Gosto muito da natureza, adoro os animais e plantas, tenho muito prazer em visitar bosques, rios e lugares onde a natureza é conservada, espero que contribua com minha parcela de conhecimento para que possa aprender e repassar de maneira correta os conhecimentos que conquistar com a Educação ambiental, sabendo consumir sem agredir a natureza.